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Manual Physical Therapy and Exercise Versus Supervised Home Exercise in the Management of Patients With Inversion Ankle Sprain: A Multicenter Randomized Clinical Trial

Fisioterapia Manual e Exercício Versus Exercício Supervisionado no manejo de pacientes com entorse de tornozelo em Inversão: Um Estudo Clínico Multicêntrico Randomizado

sexta-feira, 4 de abril de 2014 - Por JOSHUA A. CLELAND, PT, PhD1 ? PAUL MINTKEN, DPT2,3 ? AMY MCDEVITT, DPT2 ? MELANIE BIENIEK, DPT4 KRISTIN CARPENTER, DPT5 ? KATHERINE KULP, DPT6 ? JULIE M. WHITMAN, PT, DSc7

Fisioterapia Manual e Exercício Versus Exercício Supervisionado no manejo de pacientes com entorse de tornozelo em Inversão: Um Estudo Clínico Multicêntrico Randomizado

O artigo discutido foi um estudo randomizado, em que pessoas foram selecionadas de forma aleatória, sendo que tivessem como característica semelhante, uma lesão de entorse de tornozelo em inversão, independente do tempo da lesão. Setenta e quatro (74) sujeitos foram selecionados e divididos em dois grupos: terapia manual e exercícios (MTEX) e programa de exercícios em casa (HEP). O critério de exclusão foi dado, caso indivíduo tivesse uma fratura no segmento e/ou se a dor fosse abaixo, dentro de uma escala, de três.

O objetivo do estudo foi comparar a eficácia da terapia manual e exercícios (MTEX) a um programa de exercícios em casa (HEP) no tratamento de indivíduos com entorse de tornozelo em inversão, através de programas de tratamento supervisionados, em que o grupo HEP fez um programa de treinamento durante quatro semanas com uma sessão semanal e o grupo MTEX, da mesma forma, realizou um programa de treinamento por quatro semanas, porém com duas sessões por semana.

O grupo HEP teve um programa traçado que obtinha: mobilização no pé e tornozelo (ativo livre com todos os movimentos), exercício com TheraBand, proprioceptivo (balance board = 3 séries x 1 minuto), fortalecimento suave em cadeia cinética fechada (CCF) com agachamento e por fim a utilização do protocolo PRICE. A progressão dos exercícios vai de acordo com o feedback que o paciente passa para o terapeuta.

O grupo MTEX seguiu o mesmo de programa de exercício e seguiu com a mesma progressão, de acordo com o feedback passado pelo paciente, somado a mobilizações em grau III e IV e o Thrust (grau V), sendo composta por: mobilização anteroposterior de tálus, mobilização lateral subtalar, Thrust em eversão e dorsiflexão, mobilização em tibiofibular distal e Thrust em tibiofibular proximal e por fim mobilização com movimento.

Após o programa de tratamento, os participantes foram acompanhados durante seis meses e foi visto que as recidivas de entorse de tornozelo em inversão foram maiores nos indivíduos do grupo HEP do que no grupo MTEX, apesar da maioria ter relatado uma significativa melhora. Portanto foi possível concluir que o grupo submetido às técnicas de mobilização tiveram efetiva melhora, tanto na dor quanto na função em período de curto a longo prazo.

 

 

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