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Manipulação de cervical e torácica alta VS. Mobilização em pacientes com dor mecânica de pescoço: Ensaio clínico multicêntrico randomizado.

quinta-feira, 24 de julho de 2014 - Por JAMES R. DUNNING, DPT, MSc Manip Ther, FAAOMPT1 ? JOSHUA A. CLELAND, PT, PhD2 ? MARK A. WALDROP, DPT, Cert SMT3 CATHY ARNOT, DPT, FAAOMPT4 ? IAN YOUNG, PT, DSc5 ? MICHAEL TURNER, PT, FAAOMPT6 ? GISLI

 

A dor no pescoço acomete aproximadamente 54% da população, e sua incidência vem crescendo, perdendo apenas para a dor lombar. Isso gera custos para empregados e empregadores.

            Existem estudos favoráveis e contra a tração, manipulação, mobilização cervical e torácica, com indicações de alteração a curto e longo prazo nas disfunções e dor dos pacientes, mas nenhum ainda havia relacionado e comparado os efeitos da manipulação em cervical e torácica alta com os efeitos da mobilização nos mesmos segmentos a curto prazo.

            Por um período de 20 meses, pacientes de 5 estados norte americanos, com idade entre 18 e 70 anos, foram pré selecionados para participarem da pesquisa por sentirem dor no pescoço. Após passarem por critérios rigorosos de exclusão – tumor, fraturas, osteoporose, artrite reumatoide, pressão alta, uso prolongado de esteroides, doenças metabólicas, síndrome do chicote, indicação para cirurgia, etc. – e terem valores mínimos nos resultados dos questionários subjetivos e testes físicos – NDI, NPRS, FRT, CCFT, GRC – 107 participantes foram considerados elegíveis para a pesquisa. Através de um programa de computador os participantes foram separados randomicamente em 2 grupos: 56 pessoas no grupo da manipulação e 51 no grupo da mobilização.

            Os 7 terapeutas que trabalharam na pesquisa receberam treinamento especializado para garantir que as manobras estivessem equiparadas, garantindo resultados confiáveis.

            Os participantes foram submetidos a uma sessão de manipulação/mobilização e retornaram após 48h para repetir os questionários e avaliar os resultados.

            A manipulação em cervical e torácica alta apresentou melhoria significativa nos questionários subjetivos com relação a mobilização. Nos testes físicos foi possível detectar diferença nos resultados, mas não foram dados significativos.

            Outras pesquisas com diferentes técnicas de terapia manual e coleta de dados a longo prazo devem ser realizadas para melhor avaliação dos efeitos da manipulação e mobilização.

 

 

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